sábado, 5 de março de 2011


Crítica da universalidade da razão.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



Razão divina e ordem superior sobre todas as coisas.

Harmonia cósmica.

Racionalidade do poder e potencialidades.

Razão vital.

Razão funcional.

Do aprimoramento.

Razão vital sobre o aprimoramento do pensamento lógico.

Razão vital sobre a psiquê, instintos, emoções, sentimentos, etc.

Razão psíquica.

Razão lógica.

Razão existencial – o inicio é o poder. O fim a existencialidade. Que produz o meio que é vitalidade e a transcendentalidade.

Razão transcendental – fenômenos [ver crítica da razão transcendental [ já publicada na internet]].


Ou seja, a há uma racionalização de uma ordem superior em todo o universo, regido por um propósito metafisico existencial e superior. Onde há uma interação, uma troca, uma utilização do outro fenômeno, uma harmonia, um fluxo eterno e estruturante, uma vontade, uma ordem e um direcionamento em todo o universo, que tudo que existe não pode se transformar e se aprimorar.

Ou seja, a razão, não é a única, da mente, da psiquê. Mas em tudo há inteligência e racionalidade com propósitos metafísicos e lógicos para existir.





Racionalismo teleológico [finalidade], propósito metafenomênico existencial [ pme].

Há uma racionalidade por trás da finalidade, do propósito PME, em direção a manutenção, transcendência e perpetuação da vida.

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